quarta-feira, 29 de maio de 2013

Fotógrafo registra passagens em vários lugares do mundo com sua namorada

Morad Osmann criou um set de fotografias muito interessante onde ele fotografa sua namorada puxando ele, o que é mais legal nesta coleção é que ela puxa ele para vários lugares do mundo, é sensacional!
Osmann nomeou o set de “Follow me to” que quer dizer siga-me para, vejam abaixo.

Modo que ele tirou as fotos


Austria


Ravelo, Itália


Hong Kong


Veneza, Itália


China


Disney em Hong Kong


Itália


China


Ikea



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5 idéias para trabalhar de cuecas em casa

Em 1994, trabalhar em casa, sem camisa e de cuecas era algo totalmente fora da realidade. Treze anos se passaram e não é nada estranho encontrar um ou outro marmanjo em casa, plena 15 horas da tarde de uma segunda-feira.
Vagabundos? Desempregados? Nada disso, tratam-se de empresários um pouco diferentes do tradicional. Em casa, nos seus quartos transformados em “home-offices”, dirigem suas empresas pontocom. Negócios que até 1994 eram algo ainda inimagináveis e que hoje só são possíveis graças a internet.
Atualmente, ganhar dinheiro e se sustentar apenas com web, é algo cada vez mais comum, através de inúmeros tipos de negócio voltados para a web. Um deles é a criação de sites, ganha-pão de muitos leitores deste site.
Porém, a profissão de webdesigner e programador web não se restringe só a venda e criação de sites. Existem outras possibilidades de você aproveitar sua profissão ganhando dinheiro de uma forma diferente.
Soluções Prontas:  você já pensou em montar uma solução pronta direcionada para algum nicho de mercado como hotéis, indústrias, fazendas de gado, locadoras de veículos, etc? Monte um sistema que contemple necessidades comuns para esses mercados. Todo cliente se interessa por soluções específicas. Você poderá inclusive cobrar uma mensalidade pelo suporte, manutenção e uso desse sistema, garantindo uma rentabilidade mensal.
Recorte e Montagem de HTML e CSS: montar um html a partir de um layout PSD ou PNG não é mais tão fácil como antigamente. Antes tinhamos apenas Netscape e Internet Explorer. Hoje temos uma infinidade de navegadores e versões que tornou a construção de uma página bem mais complexa. Para economizar tempo e dinheiro, empresas estão surgindo nos EUA e Europa com essa única finalidade: entregar o seu layout recortado e montado em Html e CSS em apenas 8 horas. Você saca tudo de tableless e CSS? Porquê não criar uma empresa como essa aqui no Brasil? Se você não domina ainda o recorte do layout e a construção do XHTML e CSS, recomendo esse curso.
Publicidade Online: encontrar sites com bom conteúdo, infelizmente é raridade. Se você tem algum assunto interessante que você domina, mesmo fora da área de programação ou webdesign, aproveite sua criatividade e domínio em criação de sites e crie um site/ blog sobre algum assunto específico que você gosta. Se o conteúdo for bom mesmo, seu site será bastante acessado e você poderá ganhar dinheiro com ferramentas de publicidade como Google Adsense e programas de afiliados.
Banco de Imagens: além de webdesigner, você gosta de tirar fotos? Então porquê você não começa a procurar temas e tirar fotos sobre esses temas? Basta pegar uma câmera digital de 3 megapixels no mínimo e sair fotografando. Por exemplo, sobre o tema “escritório” você poderia tirar fotos de canetas, papéis, calculadoras e outros itens de um escritório. Depois você pode vender todas essas fotos, criando um site próprio ou então vendendo para bancos de imagem internacionais.
Consultoria: esse é outro tipo de serviço comum nos EUA e que começa a aparecer por aqui. O webdesigner ou programador é contratado para gerar relatórios de usabilidade, funcionalidade e design sobre o site. Você pode oferecer esse serviço de consultoria e auditoria, gerando um relatório com erros e acertos do site, analisando a parte estrutural e de layout e sugerindo mudanças.
Bem, existem muitas outras idéias que também podem ser desenvolvidas. Basta utilizar sua criatividade não só na hora de criar sites mas também na hora de vender e criar soluções. Quem sabe essas cinco idéias desperte em você idéias ainda melhores?
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Recriando sites pelo mundo

Estou iniciando meu mais novo projeto televisivo youtubiano, trata-se do “Recriando Sites Pelo Mundo”. Tio Brunovisky viajou o mundo inteiro procurando por sites horrorosos para recriá-los na frente de vocês. A idéia é trazer um pouco do que fazemos com os alunos do Curso de Design Web, mostrando que com as técnicas de design aprendidas no curso é possível fazer layouts profissionais em qualquer software gráfico.
No primeiro episódio me taco para Cingapura, um país belíssimo, moderno e de grandes arranha-céus para recriar o site de um grande evento de tecnologia. E esse layout foi feito de uma forma bem selvagem, ou seja, no Paint do Windows. Para completar só disponibilizaram o logotipo.
Será que consigo fazer algo que preste, com um logotipo sem graça e um Paint na mão? A resposta está no videozito que segue:



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E quando o cliente diz que seu layout tá uma “merda”?

Me perdoem pela palavra de baixo calão, um tanto indigesto, mas é a mais pura realidade. Quem aqui nunca escutou da boca de um cliente, do chefe ou até mesmo de um amigo que “seu layout tá uma merda”? Mesmo os melhores web designers já escutaram isso pelo menos uma vez ou algumas dezenas de vezes antes de serem o que são.

Mas Bruno, tenha piedade. Meu layout estava lindo! E mesmo assim o cliente disse essa asneira. Culpa dele que não tem bom gosto!

Será mesmo? Será que a culpa não é do Web Designer, sempre é do cliente?

Trago para vocês um exercício muito bacana que faço com todos os meus alunos do Curso de Design Web. A idéia é desmitificar a história de que sempre a culpa é do cliente que não entende o estilo de sua “arte”. Neste exercício apresento um briefing fictício para todos os alunos, com prazo de entrega e outras orientações. Cada briefing é analisado de forma personalizada, onde comento através de áudio e rabiscos no layout como foi o desempenho do aluno, apontando o que pode ser mudado e sugerindo melhores formas de apresentação.
Durante o curso  são sugeridos 3 trabalhos de criação, todos analisados por mim.  Nos últimos anos tive a oportunidade de avaliar mais de 1200 trabalhos de layout e graças a essas análises pude identificar alguns erros comuns entre os web designers.
Vamos começar então com um briefing de mentirinha que servirá de guia para a criação do layout:

Briefing

Qual o nome do site?
Empresa Exemplo

Fale um pouco sobre a Exemplo
A Exemplo é uma empresa de consultoria e soluções em negócios dos mais diversos segmentos. Presta serviços para empresas que precisam de consultoria para seu business.

Quem é seu público principal?
Pessoas de classe AB, empresários e executivos, acima de 30 anos

Você está imaginando uma certa aparência e sensação para o site?
Sim, imaginamos algo bem clean, com um grande destaque emocional na imagem. Imaginamos a foto de um de nossos colaboradores, sorrindo e com grande destaque chamando para a pesquisa do IDC que apontou a empresa Exemplo como a empresa com colaboradores e clientes mais felizes do Brasil. Quem sabe uma foto de nosso colaborador dentro da empresa, sorrindo, em frente a uma de nossas paredes floridas, acho que deixaria a home do site bem viva, alegre.

Queremos um site simples, somente apresentando a empresa, sem necessidade de atualizações constantes, nem newsletter, sem busca, a capa deve ser focado na imagem e no destaque para essa pesquisa.
Quais serão os itens do menu e as seções que deverão compor o layout?
O menu deverá conter os itens: a empresa, clientes, portfolio, blog, localização e contato. Só deve ter o logotipo, o menu e uma imagem de destaque para a pesquisa que aponta a Exemplo como um exemplo de empresa feliz.

Você tem padrões existentes, como logos e cores, que devem ser incorporados?
O logotipo segue abaixo, as cores pode ser as cores do logo, vermelho e preto.


Proposta de layout do Web Designer 1



Aí está o layout que o Web Designer de número 1 apresentou. No geral percebemos total falta de sintonia entre o layout e o briefing. Isso sem falar nos erros técnicos que encontramos nesse design como a mistura de fontes (contei 4 tipos de fontes diferentes), o excesso de gradientes, os desalinhamentos e a falta de contraste entre o texto e o background. Vejamos:



1. Logo: jamais devemos distorcer imagens, fotos, textos, muito menos o logotipo do cliente. O nosso querido amigo web designer deu uma esticada legal no logotipo, dando o “efeito” de distorção. Quer aumentar ou diminuir? Faça mantendo a proporção. Se quer aumentar a largura em 50%, por exemplo, aumente também a altura em 50%.
2. Menu no topo: aqui temos três erros. Primeiro, o conteúdo do menu está completamente diferente do menu dito no briefing. Não podemos acrescentar ou retirar itens do menu sem consultar o cliente. Segundo, se o background é escuro, porquê usar uma fonte na cor escura? Se tivesse usado a cor branca, por exemplo, evitaria a “gambiarra” do uso do glow que ficou artificial e exagerado, deixando o layout mais pesado visualmente. Terceiro, se tem tantas opções assim no menu, porquê colocá-lo no topo, onde se tem menos espaço? Isso fez com que as opçòes ficassem muito próximas, parecendo ser a linha de um parágrafo, onde não conseguimos diferenciar cada opção.
3. Menu à esquerda: além de ficar redundante, já que temos o mesmo conteúdo no topo, o menu vertical encontra-se totalmente desalinhado. Note que a primeira opção está mais para a esquerda, a segunda mais para a direita e assim segue o desalinho. O correto é iniciar o item abaixo exatamente onde começa o item acima, ou seja, alinhado à esquerda.
4. Imagem: essa ilustração de perfil de um executivo não diz muita coisa a não ser que se trata de um homem de terno e gravata com a mão no bolso. Não passa a emoção que o cliente desejou transmitir, a felicidade de seus funcionários e clientes. Além disso a cor de fundo, tanto do background do site como da imagem principal, está com um excesso de gradiente. Lembre-se que gradiente é efeito de luz e sombra e este deve exercer um efeito natural. O que, na natureza,  possui esse tipo de iluminação e sombra, indo do branco para o azul? O efeito fica plástico e irreal. Se deseja usar gradiente, use transições mais suaves, de um azul escuro, por exemplo, para um menos escuro, imitando uma iluminação real sobre uma superfície azul. E evite excesso de gradientes, como no caso deste layout.
Além disso esse efeito de bevel do retângulo da chamada não se vê mais desde 1996. Peso desnecessário.
5. Texto-chamada: nada mais do que um papo alegre que pouco diz. Espaço desperdiçado, ao invés de um vazio “seja bem-vindo” poderia ter aproveitado o espaço para fazer a chamada que o briefing pedia, falando sobre a pesquisa do IDC. Além disso o texto tem leitura dificultada pela falta de contraste (fonte de cor escura com background também escuro) e totalmente colado na caixa, é fundamental a margem interna para descolar a chamada e assim dar seu devido destaque.
6.  Total desalinhamento dos textos: É necessário manter o alinhamento, no caso o preferível é que seja a esquerda.
7. Alinhamento centralizado: uma vez escolhido o alinhamento, mantenha esse alinhamento em todas os textos presentes no site, ao menos que o site seja experimental e os diversos tipos de alinhamento sejam propositais. Porém no caso dos portais e sites de conteúdo, lembre-se que nós ocidentais lemos da esquerda para a direita. O alinhamento a esquerda é um padrão de leitura que todos nós esperamos. Nesse caso não pode haver dúvidas, alinhou o logo a esquerda, o menu a esquerda, todos os textos estão alinhados a esquerda, não coloque um dos textos alinhados à direita nem no centro.  Todos os textos devem seguir o mesmo padrão.
8. Informativo: além do briefing ser claro que o site não terá esse tipo de seção, tecnicamente esta caixa de cadastro tem diversos erros. Desde a falta da margem interna em relação a moldura até o botão, exagerado, distorcido, com uma sombra forte, irreal e com textura pesada. Opte por botões mais simples e de fácil visualização

Proposta de layout do Web Designer 2.


Agora veja o layout que o Web Designer de número 2 apresentou. Tecnicamente falando o layout está correto e até mesmo bonito. Tudo bem alinhado, equilibrado, com um background de textura agradável e padrão de fontes bem definido.
O layout acima é um típico exemplo do layout bonito mas que “tá uma merda” para o cliente. O Web Designer volta com a maior raiva, dizendo que o cliente não entende nada de design e que é um brega. Porém note que o erro é 100% do web designer.
Isso se deve a má interpretação do briefing. O cliente disse claramente que queria um layout com foco na imagem e na chamada da pesquisa do IDC. Que bastava o logotipo, menu e a chamada, nada mais do que isso. E ainda disse claramente que não era pra ter nenhuma caixinha de newsletter e busca. Aí o Web Designer, totalmente desatento, sem ler o briefing direito, faz um layout bonito  mas que não atende a expectativa do cliente.
É como se o cliente precisasse de um caminhão e você entregasse uma Ferrari. Ferrari é um carro bonito, mas o cliente precisa de uma carreta pra levar sua produção para a outra cidade. Logo sua Ferrari, pra ele, é uma “merda”, pois não atende seus objetivos.

Proposta de layout do Web Designer 3

Ah! Agora sim! Justamente o que o cliente pediu. Note o logotipo, o menu e a grande foto de destaque, com o texto casando com a imagem e chamando para a pesquisa do IDC. A foto está espontânea, mostrando a felicidade de um dos funcionários da empresa Exemplo. Veja o detalhe da parede que o cliente citou, esta parede é da empresa e esta foto estava no material que os outros 2 web designers também receberam. Porém o Web Designer de número 3 captou bem o briefing, acertando na mosca o que o cliente queria.
Note também que é um layout bonito e extremamente simples de se fazer, não exigiu efeitos mirabolantes, apenas a boa técnica e uma foto bonita. Um layout que poderia ter sido feito em qualquer software gráfico.
Atendeu as expectativas, fez um layout equilibrado e por isso escutou do cliente um “seu layout tá uma m… aravilha!”
Quer ser analisado e ter sua orelha puxada por mim como fiz nesse post? Então conheça o Curso de Design Web.
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Joomla x WordPress: qual o melhor?

É comum receber emails de nossos queridos leitores de Avante perguntando qual o melhor, Joomla ou WordPress? Afinal, eu devo estudar Joomla? Ou WordPress? Qual CMS eu coloco para gerenciar meu site? Qual deles é o mais robusto, mais poderoso? Qual deles faz mais sucesso?

Antes de responder a todas essas dúvidas, primeiro tenho que apresentar essas duas ferramentas. Como usuário tanto do Joomla como do WordPress, criei um pequeno reviews de ambos para no final a gente chegar a uma conclusão e responder a pergunta que ilustra o título desse post. Vamos lá:

Joomla

Você quer criar uma comunidade ou uma rede social? Deseja criar uma área exclusiva para seus clientes com login e senha? Quer um site com fóruns e comércio eletrônico? Um portal todo automatizado com data e hora para entrar e sair do ar determinadas notícias? Então Joomla será a melhor escolha.

Considerado um CMS poderoso e robusto, o Joomla hoje é utilizado em todo Mundo, administrando grandes portais dos mais diversos tipos.

Confesso que a primeira vez que vi a administração do Joomla fiquei sem saber para onde ir assim como muitos aqui também deve ter sentido esse pequeno desconforto. Afinal tudo podia ser configurado e não se sabe bem por onde começar. São muitas opções, ícones que faz você se sentir uma barata tonta. Porém com o tempo fui entendendo como é que aquele bicho funcionava. Depois que você futrica dali e futrica de lá, acaba entendendo como é o funcionamento do Joomla e tudo se torna mais fácil.

Inclusive esse acaba sendo o calcanhar de aquiles do Joomla. Por ser tão poderoso e dar a você tantas opções de configuração, acabou tornando-se um software complicado de entender à primeira vista. Isso faz com que muitos desistam de aprender como se dá seu funcionamento.

O bacana é a quantidade de componentes e módulos excelentes para o Joomla, gratuitos ou comerciais, que podem transformá-lo completamente. Você pode transformar o Joomla num gerenciador de rede social semelhante ao Orkut como também numa ferramenta de comércio eletrônico, dentre tantas outros tipos de gerenciamento que você pode “acoplar” a base do Joomla.

Quanto ao layout, mudar uma cor de fundo ou uma imagem é fácil, agora fazer um layout do zero no Joomla exige algum tempo de estudo. Não foi à toa que fiz o Curso de Design para Joomla. Smiley piscando

Resumindo: o Joomla é o CMS ideal para sites que exigem diversos tipos de funcionalidades. Voltado para grandes portais de conteúdo que necessitam de ferramentas de interação como, por exemplo, fóruns, grupos de discussão, newsletters, publicação de notícias, agendamentos, disponibilidade de arquivos para download, etc.


WordPress

Diferente do Joomla, ao bater o olho na administração do WordPress eu entendi tudo em menos de 30 minutos. Esse é o grande barato do WordPress e um dos responsáveis pela sua popularização: a facilidade de entendimento e configuração.

Ao entrar no WordPress você tem apenas três grupos de menu, um grupo mostrando atualizações, outro com itens relacionados ao conteúdo e outro relacionado a configurações.

Nota-se logo de cara que o WordPress é um CMS extremamente amigável no gerenciamento de Blogs. Parece que ele foi feito justamente com essa intenção. Porém isso não significa que você possa gerenciar sites comuns.

Basta um clique em “post” colocar um título, escrever seu texto e clicar em publicar. Pronto, o texto já está lá, no ar, publicado facilmente por qualquer leigo que não saiba bulufas de HTML.

O gerenciamento de páginas é semelhante ao de posts, a grande diferença é que você não liga a página a nenhuma categoria.

Já mudar o layout do site gerenciado em WordPress é também um pouquinho complicado. A forma de montar o layout é completamente diferente do layout montado para Joomla. Os códigos e a forma de construção são bem diferentes. Se você não quiser ficar usando layout copiado e gratuito, para fazer um layout do zero totalmente feito por você é necessário uma curva de aprendizado, que você pode iniciar agora mesmo com o curso Design para WordPress.

Resumindo: WordPress é um CMS de fácil entendimento, ideal para blogs, portal de notícias ou sites comuns. Através de uso de plugins você pode potencializar algumas funcionalidades mas não chega a mudar o WordPress por completo, como no caso do Joomla.


Conclusão

Qual o melhor CMS, Joomla ou WordPress? Resposta: os dois são melhores, dependendo em quê for usado. A polêmica é bem semelhante ao uso do Photoshop e Fireworks, que desmitifiquei em outro post. Photoshop é voltado para criação publicitária, arte digital e edição de imagens e fotografias. Fireworks é voltado para a diagramação de layouts web. O mesmo ocorre com Joomla e WordPress.

Joomla é voltado para grandes portais de conteúdo que necessitam de ferramentas de interação como, por exemplo, fóruns, grupos de discussão, newsletters, publicação de notícias, agendamentos, disponibilidade de arquivos para download, etc.

WordPress é um CMS de fácil entendimento, ideal para blogs, portal de notícias ou sites comuns.

Dá para fazer um blog no Joomla? Dá. Mas garanto que WordPress fará melhor esse trabalho, principalmente em relação ao seu cliente leigo, que entenderá rapidamente como é que ele inclui um texto no site.

Dá pra fazer um portal de conteúdo no WordPress? Dá. Mas garanto que o Joomla lhe dará mais possibilidades em relação a um portal de conteúdo.

Ambos são CMS’s respeitados e conhecidos no Mundo inteiro. Por isso não tenha medo em estudar o Joomla ou o WordPress, eles não são softwares que competem entre si, é como tentar comparar Word com Ilustrator. Apesar de ambos serem um CMS, foram feitos para funcionalidades diferentes.
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Não faça um anúncio assim

Quem é o profissional responsável por criar anúncios publicitários? O publicitário, claro. Acredito que todos aqui responderam isso. Mas no corre corre do trabalho, no dia à dia das “urgências”, do “é pra ontem”, acaba sobrando para aquele dentro da empresa que manja de Photoshop, Illustrator ou Corel Draw.
É meus amigos, estou falando dele mesmo, do Web Designer, que saca tudo de criação de layouts mas peca na redação e na criação publicitária. Um anúncio como o que cito abaixo pode ter sido feito por um web designer, um diagramador que trabalha numa gráfica ou até mesmo por um publicitário meia-boca. O fato é que não dá para saber exatamente quem fez esta peça. Porém um profissional sem o know-how publicitário acaba produzindo anúncios como esse que vi numa revista de casamento enquanto aguardava minha esposa fazer as unhas num salão de beleza:


lha, eu não lembro agora se isso é um anúncio de bem-casado, bolo de casamento ou vestido de noiva até porquê o logo da empresa ficou borrado na foto. Mas o que vocês acharam? Vamos analisar cada detalhe deste anúncio. Temos a estátua da liberdade, um céu nebuloso e uma mulher pendurada lá em cima do anúncio, só com as saias e as canelas de fora. No meio uma chamada em texto bem destacada dizendo “Sensações que te levam ao paraíso”. Aí vem as indagações:

1. Onde está o paraíso na imagem?

2. Que sensações?

3. Este céu nublado é o paraíso? O que tem a ver a Estátua da Liberdade nessa história? Por acaso o paraíso fica em Nova York?

4. E a mulher? Tá pendurada ali porquê? Está com medo da Estátua da Liberdade? Está fugindo dela desesperadamente?

Agora vamos pensar pelo ponto de vista do criador, imaginar o que ele imaginou. Acredito que ele tenha colocado aquela senhora ali com o intuito de passar a idéia de uma mulher voando, flutuando. Na cabeça dele o céu é o paraíso, por isso colocou essas nuvens. E a Estátua da Liberdade? Aí você me pegou pois nem pelo ponto de vista do criador consegui identificar o que ela está fazendo aí. Smiley piscando

No final de tudo, um genuíno exemplo de publicidade popularmente conhecida como “Tosca”. Isso porquê todos os efeitos que o criador colocou no anúncio para passar uma determinada realidade não funcionou. O que ocorreu, na verdade, foi um efeito contrário. Tudo pareceu artificial e sem sentido, não casando com o texto do anúncio.

Tosquices como esse anúncio encontramos aos montes naquelas chamadas publicitárias feitas pelos Web Designers. O cliente não contrata nenhum publicitário para fazer os anúncios, tacando a responsabilidade pro coitado que tá fazendo o layout. E agora?

Gosto sempre de dizer que profissional bom é aquele que trabalha focado em algo específico, porém, sem esquecer o que está em volta. Bom é aquele que sabe 80% de um assunto específico e 5 a 10% de vários outros assuntos ligados ao assunto que ele domina.  Exemplificando, o melhor Web Designer é aquele que sabe no mínimo 80% de criação de layouts com determinado software gráfico e 5% de PHP, 5% de Joomla, 5% de redação publicitária e por aí vai. Afinal o Web Designer trabalha com diversos assuntos ligados ao seu assunto principal que é criar layouts.

De forma alguma o Web Designer deve substituir um Publicitário assim como um Programador. Mas ter bom senso e ter algum conhecimento em redação e criação publicitária será sempre bem-vindo para em casos como esse, onde o Web Designer não tem saída e tem que improvisar um pequeno anúncio,  possa pelo menos fazê-lo de forma profissional sem pagar mico.

Recomendo aos amigos Web Designers que queiram se reciclar e se aprimorar, observar mais a construção de anúncios publicitários. Esse conhecimento poderá lhe fazer um enorme bem e ser um grande diferencial. Pense nisso!
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Web Designer deve ou não cursar uma faculdade?

Frequentemente recebo emails de amigos Web Designers me fazendo a seguinte pergunta: “Tio Brunovisky, eu devo ou não devo fazer um faculdade?“. Muitos aqui responderiam “Ah, besteira fazer faculdade, não serve de nada, sou auto-didata e sei muito mais do que qualquer professor de universidade”. Tá, tudo bem, realmente muitos leitores deste blog querido realmente sabem muito mais do que qualquer professor. Mas será que realmente não se aprende nada ao cursar uma faculdade? Será que a faculdade não tem como dar outros benefícios além das aulas de laboratório?

Queridos, eu posso dizer com toda a convicção: não fazer uma faculdade hoje quando se pode fazer uma faculdade, é tolice. Tolice e perda de dinheiro.
Recentemente o IBGE divulgou uma pesquisa que foi destaque em vários jornais do país. Deu no “O Globo”: “Emprego: taxa de desocupação é de apenas 3,1% para quem tem faculdade, diz IBGE” A notícia, por sí só, já responde a pergunta daquele que tem dúvida sobre fazer uma faculdade. Ora, se as empresas estão procurando por profissionais qualificados e exigem como um dos requisitos básicos ter um diploma, porquê recusá-lo a tê-lo?
É como não tirar o título de eleitor por pura birra, sabendo que para emitir um passaporte, alugar um imóvel ou  abrir uma conta, título de eleitor é exigência mínima. É como se recusar a emitir nota fiscal, mesmo sabendo que você só atenderá grandes empresas se emitir nota. Logo é perda de dinheiro. E por bobeira.
Além disso, a faculdade lhe garante oportunidades que fora dela você jamais teria. Somente com a faculdade é possível fazer estágios. E essa é uma oportunidade única. Quando entrei na faculdade, eu já tinha minha empresa mas sempre dizia para meus colegas, se eu não tivesse nada e fosse sustentado pelos meus pais, como a maioria dos meus amigos na época eram, eu não pensaria duas vezes, faria estágio até de graça para ter a oportunidade de adquirir experiência e para que outros pudessem ver a qualidade do meu trabalho.
Outra coisa bacana da faculdade é a oportunidade de experimentar e criar portfólio. Com tempo de sobra e nenhuma necessidade de agradar nenhum cliente, você poderá elaborar projetos próprios e experimentais. Muitas vezes, desses projetos surgem grandes idéias. Com isso você sairá da faculdade com o seu portfólio e isso irá facilitar sua vida na hora de ser chamado para uma entrevista de emprego.
Além disso, os amigos que você formar na faculdade serão seus companheiros de trabalho no futuro. Muitos serão até seus clientes ou irão apresentar a você novas oportunidades de trabalho.
Para aqueles que não podem ter uma faculdade, seja por dinheiro ou distância, não tem problema, é possível sim ganhar dinheiro sem diploma, somente com sua criatividade e qualidade técnica e aqui mesmo temos muitos exemplos de leitores que possui sucesso profissional mesmo sem faculdade. Porém, recusar um diploma quando se podê tê-lo é jogar fora a oportunidade de ter um plano B em sua vida.
Enfim,  essa história de que diploma não dá dinheiro e perda de tempo pode ter sido realidade no passado. Mas hoje já não é mais.
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Para você perder o medo dos logotipos de R$ 195

Você já viu por ai web designer oferecendo sites por R$ 199,90 e empresas desenvolvendo logotipo a partir de R$ 195,00? Com certeza a maioria vai dizer sim. E essa mesma maioria vai dizer também que ficou Fulo da vida quando viu esses míseros valores sendo cobrados para criar um logotipo e um site.
Notei que essa indignação aumentou recentemente com o destaque de algumas empresas brasileiras que trouxeram pra cá a fórmula americana do logotipo e layout barato. Todos nós sabemos que nos EUA, sites de logotipo e de template vendendo como se fosse ovo em prateleira é bastante comum. E agora isto está chegando ao Brasil.

Com isso, alguns web designers me procuraram perguntando o que eu achava dessas empresas. Elas estariam erradas?
E eu respondo: de forma alguma.

“Mas Bruno! Esse pessoal está “denegrindo” nossa profissão, tivemos anos de estudo, faculdade, investimento em livros e cursos para competir com o carinha que vende logotipo a preço de banana?”
Primeiro, se você investiu anos de estudo, faculdade, livros e cursos e agora quer se igualar ao cara que não fez nada disso e vende logotipo por preço de banana, o errado é você e não ele. Errado por querer se igualar por baixo e não compreender que o mercado que você almeja, aquele que cobra R$ 100 não alcança. Perceba, em qualquer mercado, seja de criação, design, medicina, engenharia, você tem diversos níveis de clientes dispostos a pagar X por determinado produto. É isso que nem todo mundo consegue observar.
Quando você vai numa loja de computadores com 3000 reais para comprar um novo equipamento, você vai comprar um computador de 2500 a 3000 pois é um nível de qualidade que você está disposto a pagar e que pode pagar. Você mesmo tendo 3000 não vai querer o computador Xing Ling de R$500 pois você sabe bem a qualidade da bomba. E não vai pagar 12.000 por aquele super computador simplesmente porquê não tem R$12 mil para isso. Logo você leva o computador de R$ 3 mil.
Note que a empresa que fez o computador de R$ 3 mil não está com medo da Xing Ling de R$ 500. Pois a Xing Ling tem o mercado dela. Quem compra a Xing Ling não tem condições de comprar um computador de R$ 3000, muito menos de R$ 12 mil. Portanto é um público que não interessa a fabricante de computadores de mais de R$ 3 mil.
Porém, aquele que nunca teve um computador na vida e só tem R$ 500 no bolso, o computador Xing Ling é uma maravilha. Algo abençoado, que vai quebrar um galhão. O cliente ompra o Xing Ling com seus suados R$ 500, vai pra casa e fica muito feliz pois o Xing Ling cumpriu com o esperado, hoje o cliente navega pela internet e fofoca pelas redes sociais graças aos quinhetinhos que deixou na loja. Portanto foi de fato uma boa solução que atendeu todas as expectativas daquele cliente. Agora vai ver se o Xing Ling deixaria satisfeito um cliente disposto a pagar R$ 3 mil num computador.
O que essas empresas de venda de logotipo e layouts fazem é justamente isso. Atender uma demanda de clientes que não tem como pagar 5, 10, 100 mil num logotipo (ou até mais) mas precisam de um bom logotipo. Esses clientes sabem que um logotipo criativo, personalizado, custa caro, assim como você sabe que uma Ferrari também custa. Porém, assim como você não vai numa loja da Ferrari pedindo para baixarem o valor de 1 milhão pra 20 mil reais, o cliente também não vai bater na porta da agência de criação fuderosa pedindo aquele logotipo de R$ 10 mil por 100 reais (é, existem alguns clientes que até fariam isso mas acredite, são poucos). Então o que eles fazem? Vão procurar o melhor custo x benefício nos sites que vendem logotipos por R$ 100.
Nota-se que os logotipos desses sites são genéricos. Os símbolos são abstratos, uma bolinha, um quadradinho, uma balança pra combinar com advogado, um carrinho de compras estilizado pra combinar com um supermercado e por aí vai. O que existe é apenas qualidade técnica, fontes que combinam, harmonias de cores, pesos e formas, posicionamentos e alinhamentos que não fogem a regra, enfim, são logotipos tecnicamente bonitos, porém sem criatividade e personalização.
Trata-se de uma solução que atende perfeitamente uma grande parcela de micro e pequenas empresas, mercadinhos, pequenas padarias, mercearias, barzinhos, lavanderias de bairro, empresas essas que jamais seriam seus clientes pois não teriam R$ 10 mil pra desembolsar, mesmo sabendo que o valor se justifica pela sua criatividade provenientes de seus anos de estudo e prática.
Com isso o fato é que cada vez mais  a criatividade, a personalização e o atendimento do profissional farão a grande diferença entre um logotipo genérico de R$ 100 e o logotipo criativo de R$ 10 mil.
Então, se você tem criatividade, faz logotipos e layouts maravilhosos, dedica sua vida a isso, ora, por quê ter medo de empresas que vendem isso por R$ 100? Perceba, seu mercado é outro! Quem paga R$ 100 não é e nunca poderia ser seu cliente se você cobra R$ 10 mil pelo mesmo. É apenas questão de foco.
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A culpa do “cliente-chato” é sua!

O  cliente está enchendo seu saco querendo saber, de minuto a minuto, como anda o projeto dele? Cobra de você todo dia um parecer? Fica putonaldo da vida quando você não manda um email dizendo “Bom Dia, seu site tá ficando bonito”?

Olha, eu sei que existe cliente-chato. Mas nem todo cliente é chato por ser chato. Alguns são chatos por sua causa.
Não, que é isso! O título lá em cima é mais pra chamar a atenção mesmo, mas digamos que 50% dessa afirmação possa ser verdade. Afinal, será que o cliente é chato por ser chato mesmo ou é você que não está dando a atenção devida ao projeto?
Uma coisa que aprendi nesses anos todos de criação de sites é que para manter o cliente calmo basta fazer uso da informação. A idéia é manter o cliente informado sobre cada passo que está sendo dado no site.
Costumo dizer que um site é feito a quatro mãos, as minhas e as do cliente. É importante o cliente participar do processo de criação do site, afinal ele conhece mais do produto e da empresa do que você e sem dúvida ele se sentirá mais feliz em saber que participou do processo de criação.
Não defendo a idéia do cliente sentar do lado do Webdesigner e ficar metendo pitaco na criação do layout. Mas defendo que o cliente deve ser informado sobre cada passo e como está sendo a evolução de cada etapa do projeto.
Para isso nada melhor do que um sistema de gerenciamento de projetos online que possibilite a comunicação entre a equipe que está desenvolvendo o projeto e o cliente, fazendo com que a equipe trabalhe mais entrosada e o cliente seja informado praticamente todos os dias sobre o que está sendo feito no site, podendo acompanhar o seu progresso.
Uma ferramenta muito interessante e extremamente útil que utilizo hoje nos meus projetos é o CRM Projetos, um sistema de gerenciamento de projetos poderoso e ao mesmo tempo de simples compreensão que mantém a equipe integrada e o cliente bem informado.
CRMprojetos02

Para usá-lo é muito simples, primeiro você deve escolher um plano. Você pode começar pelo básico  que é mais barato que uma pizza de mussarela do Habibs, R$ 9,90. A diferença crucial é que a pizza só lhe traz gordura saturada e um gerenciador como esse pode potencializar seu atendimento e consequentemente seus lucros. 
Depois de escolhido o plano, você terá acesso ao gerenciador. Nele você poderá incluir clientes, os profissionais envolvidos nesse projeto e adicionar novos projetos ligados a esses clientes e a equipe de desenvolvimento.
A partir daí você poderá estipular etapas de desenvolvimento com data de início e final designando para cada profissional, que informará sempre que estiver trabalhando no projeto dizendo a hora que começou e dando a previsão da hora de término.

Isso é ótimo principalmente para quem faz uso do trabalho remoto assim como eu que contrato programadores de diversos estados do país sem necessariamente estar dentro de minha agência.
Dessa forma sei o que cada um está fazendo e posso deixar sempre o cliente ciente da real situação do projeto dele.

crmprojetos
O profissional poderá colocar observações e enviar email para a equipe e cliente através do gerenciador. A medida que as etapas vão sendo concluídas, uma barra de progresso vai sendo preenchida, dando uma visão ampla do que está acontecendo e deixando assim o cliente mais calmo.
Você quer testar o gerenciador que utilizo em meus projetos? Ah, então clique aqui e divirta-se!
Sem dúvida uma ótima solução que pode lhe trazer excelentes resultados por um valor tão pequeno. Algo raro de se encontrar por aí.
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7 razões para preferir Fireworks do que Photoshop

Muitos me perguntam qual software usar para criar layouts de sites. O melhor é o Photoshop? O Fireworks presta? Bruno, qual o software que você utiliza?
Para responder essa pergunta resolvi procurar algum web designer pelo mundo que compartilhasse da mesma opinião que eu. E encontrei o Russel McGovern, web designer inglês que escreveu esse artigo aqui.
Trago para vocês os pontos mais importantes do texto, devidamente traduzido para português e comentado por mim.
Russel começa seu texto falando de sua percepção quanto ao uso do Photoshop. Realmente você, querido amigo web designer, sabe que a maioria dos colegas de trabalho usam Photoshop para compor seus layouts. Nós que usamos Fireworks parecemos minoria diante daqueles que usam Photoshop.
Vai pedir um arquivo do cliente, a agência publicitária manda em PSD, vai procurar tutoriais, só encontramos tutorial e templates de Photoshop, blogs aos montes especializados em Photoshop e por aí vai.
McGovern disse que as vezes se sente um cidadão de segundo escalão. O que parece é que o Photoshop é o único software capaz de torná-lo um web designer profissional, assim como muitos acham que para ser profissional de criação tem que ter um Mac ao invés de um PC.
Na realidade isso é tudo balela. O Photoshop sem dúvida é um poderossíssimo software de criação porém sua concepção desde suas primeiras versões foram para trabalhos voltados a publicidade, manipulação de fotos, ilustrações para modelagem 3-D entre outras aplicações. Já o Fireworks, desde sua primeira versão, foi concebido para trabalhar com a parte visual do web design, contendo todos os instrumentos específicos para criação Web.
Aqui irei listar 7 razões que Russel citou e eu assino embaixo, que tornam o Fireworks a melhor escolha quando se quer um software de criação para a web.

Quer fazer um quadrado de 300 x 100 pixels. Basta digitar os valores e pronto. Não precisa ajustar réguas, linhas guias ou medir nada. Quer mover? Clique nele e arraste. Quer apagá-lo? Clique e tecle delete. Não importa qual camada está selecionada, cada elemento do layout pode ser clicado e movido facilmente sem precisar selecionar a camada correspondente a cada elemento.
Para fazer cantos arredondados no retângulo é mais fácil ainda. Basta dizer o valor do arredondamento e pronto. O Photoshop também faz retângulos arredondados mas no Fireworks você pode determinar o raio exato dos cantos em pixels ou percentual, alterando esses valores sempre que quiser. Se quiser redimensionar o retângulo os cantos mantém suas proporções em vez de esticar ou distorcer.
Fireworks é essencialmente baseado em objetos, o que torna a manipulação de elementos algo fácil. Você pode ver as dimensões de pixel de um objeto ou grupo de objetos apenas selecionando eles. Tudo pode ser feito e desfeito em tempo real sem precisar clicar a todo momento  em “desfazer”.
2. O Web Layer

Fireworks já prevê que o layout criado deverá se recortado. Justamente por isso você encontra uma camada especial chamada Web Layer. Com ele você pode determinar as áreas que serão recortadas, o tipo de exportação ou até mesmo definir logo no layout os links e imagens do tipo roll-overs. Após essas definições você poderá utilizar o recorte automático do Fireworks onde ele se encarrega de criar o HTML automaticamente. Claro, nem eu nem Russel recomendamos o uso dessa função de criação automática do HTML pois sabemos que o código nesse caso não fica o mais limpo do mundo, mas para um protótipo rápido vale à pena.
3. Gradientes

 aplicação e controle dos gradientes no Fireworks é bem mais fácil. Através de alças conseguimos puxar um gradiente dentro de um objeto, manipulando de forma mais direta e precisa se comparado ao Photoshop. Este é um grande exemplo de algo que o Photoshop pode fazer mas que o Fireworks faz mais rápido, de forma mais simples e intuitiva.
4. A Curva de Aprendizagem

Para quem está começando no Web Design, encarar um Photoshop pode ser algo assustador. Para quem está começando, encontrar o caminho de volta e fazer algo relativamente simples pode ser difícil no Photoshop. Já no Fireworks é algo mais fácil de entender.
Seu conjunto de ferramentas se concentra em tarefas específicas de web design e novos usuários vão encontrar as ferramentas úteis para seu trabalho muito mais rápido que labutando no Photoshop.
5. Ferramentas de vetores

Umas das coisas que mais acho bacana no Fireworks foi sua vocação desde o início para criação de vetores. Existe um conjunto bem abrangente de ferramentas para edição de gráficos vetoriais. Para a maioria das tarefas não há necessidade de pedir ajuda ao Illustrator ou qualquer outro editor de vetores, poupando seu tempo e esforço.
Fireworks também oferece uma série de vetores baseados em objetos inteligentes de formas simples como polígonos e estrelas, assim como cubos, rodas dentadas, fluxogramas e bolhas de diálogo, cada uma com alças que permitem você mexer e editar os detalhes desses vetores em tempo real.
Fireworks é fundamentalmente uma ferramenta de web design O que você vê na tela é exatamente o documento que será exportado, então você tem controle absoluto sobre a aparência final dos gráficos produzidos.
6. Pages, Symbols e Styles

O recurso de Pages do Fireworks permite configurar vários layouts no mesmo documento de uma forma muito mais eficaz do que as camadas do Photoshop. Um documento do Fireworks pode conter várias páginas, cada qual com seu próprio conjunto de camadas. Isso permite que você faça vários layouts de página em apenas um documento e mantém todos os elementos relacionados entre si (em vez de espalhar-se sobre um monte de PSDs).
Já a ferramenta Symbols permite que você construa uma biblioteca de elementos ativos comumente usados que podem ser descartados em um documento quando necessário: logotipos da empresa, botões, qualquer elemento de design que você usa repetidamente e precisa de acesso fácil.
E a ferramenta Style permitem que você faça mudanças universais nas páginas de um documento. É basicamente um CSS para Fireworks: basta fazer uma mudança no estilo e todos os elementos com aquele estilo será atualizado É ótimo para experimentar paletas de cores diferentes ou para executar mudanças de última hora.
Quando combinadas estas três ferramentas, o processo de design fica bastante simples e objetivo.
7. Preço

O Photoshop custa hoje 699 dólares. O Fireworks apenas 299. 
Conclusão
Russel faz questão de frisar que não está dizendo que o Fireworks faz tudo, há muitas tarefas para as quais é melhor usar Photoshop ou um editor específico de vetores.
Lembrando que não há nada que o Fireworks possa fazer que o Photoshop não possa, mas com o Fireworks algumas tarefas corriqueiras do web designer podem ser feitas com mais facilidade, permitindo projetar websites de uma forma mais rápida e objetiva.
E então? Que tal experimentar o Fireworks? 
Para o alto e Avante!
Fonte: Webdesigner Depot
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O código que escrevemos tem muito pouco impacto sobre as pes

As palavras que vemos no título desse post são do mestre Carlos Brando, especialista em Ruby on Rails. Carlos publicou em seu blog um post polêmico, lançando a seguinte pergunta no início de seu texto “Quer se tornar um programador de sucesso? Pare de escrever código”.
Brando contesta alguns programadores que focam demais no código e esquecem o usuário. “O problema é que a maior parte dos programadores se preocupam demais com o código. Passam horas e mais horas tentando criar o algoritmo perfeito. Porém se esquecem que o melhor código do mundo é inútil se ninguém utilizar o software que o contém.”

No final, sugere que o programador deixe de focar apenas no código, participando mais ativamente de comunidades, realizando palestras e melhorando suas habilidades sociais. Sobre isso Brando diz “Não escreva apenas código. Estude, escreva e fale mais sobre código”
O que Brando diz é bastante pertinente. E podemos trazer isso para o campo do Web Design. A questão é: afinal, trabalhamos com quem? Apenas com máquinas? Não, a finalidade do nosso trabalho serão sempre as pessoas. Não são máquinas, mas seres humanos.
O sucesso de sites e softwares mora justamente na interação com as pessoas. Basta observar os sites, aplicativos e serviços que são sucesso no mundo. O orkut surgiu como uma grande novidade. Porém toda aquela tecnologia já existia, principalmente as comunidades, que nada mais são que fóruns com pouquíssimos recursos se comparados com outros fóruns que temos por aí. Mas se tornou sucesso, graças a forma que o site “conversa” com o usuário, uma aliança de design, tecnologia e comunicação.
E o twitter? Existe alguma tecnologia nova e tão especial rodando nele? Nada mais que uma página com textinhos de poucos caracteres, que mais parece um mural de recados, os comentários de um blog, um RSS ou um chat altamente simples. Não há nada de novo em sua tecnologia mas há sim na sua comunicação com o usuário. O formato escolhido, o processo de postagem e interação dos usuários, sua forma simples de operar, tudo isso fez dele um sucesso.
O MSN Messenger, agora Windows Live Messenger, é um caso clássico de sucesso de comunicação com o usuário. Desbancou o reinado do ICQ graças a uma foto e um enter. Antigamente não era possível colocar uma fotinha junto ao nosso contato de ICQ. Além disso para enviar uma mensagem era necessário clicar com o ponteiro do mouse no botão “enviar”. Bastou a Microsoft incluir a possibilidade de colocar uma foto do usuário e apenas teclar “enter” para enviar a mensagem que a migração do ICQ para o MSN ocorreu em massa. Um caso clássico do formato de comunicação exercendo papel fundamental no sucesso de um software. Acredito que foi iso que Carlos Brando quis dizer, pouco interessa se o código do ICQ era melhor construído que o do MSN, o que importa é que o MSN se comunicou melhor com o usuário do que o ICQ.
Para mim programador ou web designer de sucesso é aquele que se comunica melhor com o seu cliente, com o cliente dos seus clientes e com seus colegas de trabalho, focando seu trabalho nas pessoas. Criar um bom código é fundamental para um programador ser chamado de programador assim como criar um bom design é requisito básico para um web designer ser chamado de web designer. O que irá diferenciar esses profissionais dos demais sempre será no formato de comunicação que escolherem na criação de seus trabalhos.
O foco é: gente. Gente de verdade.
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Texturas de papéis velhos, coisas sujas e arranhadas. Grunge

grunge
Nem sempre o que é velho é ruim. Aposto que você algum dia procurou por texturas de papéis velhos, antigos, um pouco sujos. Dependendo do layout pode dar um charme a mais. E sei o quanto é difícil encontrar texturas de qualidade em alta definição de papéis amassados, ferrados e fud…erosamente estraçalhados.

Foi pensando nisso que trouxe até vocês, queridos amigos web designers, um cantinho que encontrei aculá com centenas de texturas de coisas sujas, papéis amassados, materiais arranhados e outros elementos para dar aquele style na sua criação.
Esse com certeza vai pro seu favoritos? Aposta quanto? Então olha aí e depois me diz.
Para o alto e Avante!
Fonte: BlueBlots
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Web Designer funcionário ou dono de agência web?

“Ser empresário não é nada fácil” disse um dia um amigo meu, empresário. Concordo com ele, não é mesmo fácil. Mesmo assim encontro de vez em quando um ou outro dizendo que assim que sair da faculdade vai montar sua própria agência web composta por uma grande equipe. Muitos são jovens, sonhadores, recém-formados que nunca trabalharam em alguma empresa.
Minha recomendação nesse artigo é: antes de ser dono de uma agência web, seja funcionário.

Explico: nem todo mundo nasceu para ser empresário e nem todo mundo nasceu para ser funcionário. Nos dois casos existem os prós e contras.
Para o funcionário, a vantagem sem dúvida é o salário garantido todo mês e a possibilidade da experiência. Os contras são pouca possibilidade de aumento salarial, horários rígidos, normas a se cumprir e um chefe, que costumeiramente é motivo de noites mal dormidas.
No caso do empresário, existem algumas vantagens tentadoras: possibilidade de ganhar mais, o tempo é mais flexível e não existe a figura do chefe mandando em você. Porém existem inúmeros contras. Os principais são:
1. Trabalha-se até de madrugada, 24 horas por dia, 7 dias por semana;
2. Pagamento de pesados impostos;
3. Altos custos;
4. Possibilidade de relacionamento difícil com funcionários;
5. Difícil previsão de rendimentos, quando comparado a um assalariado;
6. Só se tem horário flexível quando se tem muitos funcionários para dar suporte a sua ausência. Contudo, quando se começa uma agência, o mais provável é que você não tenha um grande quadro de funcionários;
Para saber se seu perfil está mais para funcionário ou empresário, mostro aqui uma pequena comparação dos dois perfis.
WEBDESIGNER-FUNCIONÁRIO:
  • Procura rotina de trabalho e gosta da idéia de trabalhar das 8h às 17h
  • Gosta de ver o salário caindo certinho todo dia 5 de cada mês
  • Não abre mão de suas férias de 30 dias todo ano
DONO DE AGÊNCIA WEB
  • Trabalha todo dia, inclusive fins de semana sem hora para acabar
  • Adora buscar clientes e ver a possibilidade do aumento nos rendimentos e lucratividade
  • Férias? O quê é isso?
Mesmo assim, se sua escolha for dono de agência e você nunca trabalhou como funcionário, é imprenscidível que você procure trabalhar antes em alguma agência, procurando conhecer o processo de trabalho, como funciona uma empresa de perto e como se dá as relações. Não tente ser empresário sem experiência alguma pois as chances de você ver o barco afundar são bem grandes.
Fica aqui o recado.
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Quando o cliente trata o web designer como mecânico

Você, querido Web Designer, já foi tratado como um mecânico pelo cliente? E você, amigo programador, já sentiu isso na pele? Infelizmente a maioria deve ter respondido sim. Para entender o caso, primeiro vamos citar uma breve descrição sobre a profissão de mecânico, segundo o Wikipedia:
Um mecânico de automóveis é um profissional especializado na manutenção de automóveis, especialmente dos seus motores e dos outros componentes mecânicos. Ao reparar um automóvel, a sua principal responsabilidade é a de diagnosticar o problema com a maior rapidez e precisão. Frequentemente, terá que fazer cotações para o preço a pagar pela reparação, ainda antes de começar o trabalho de desmontagem para inspeção.
Aí está a pequena descrição desta nobre profissão. Porém sabemos que no Brasil, mecânico é muito mal tratado. Sim, eu sei que há também a péssima fama daquele mecânico pilantra que aparece uma vez ou outra em nossa vida.  Porém profissionais ruins encontramos em todas as esferas. Desde taxistas até advogados, passando por jornalistas, deputados, médicos, empresários e juízes de futebol. ;)
Porém jamais devemos destratar o mecânico assim como não destratamos nosso dentista. Todos possuem importância vital em nosso dia à dia. O que seria do carro do dentista sem o mecânico? E o que seria dos dentes do mecânico sem o dentista?
O que quero dizer é que jamais devemos destratar os profissionais, seja qual for sua função bem como jamais devemos deixar alguém nos destratar. Ocorre que muitos web designers e programadores, principalmente os novatos, se queixam da forma que os clientes lhe tratam. Um outro disse pra mim “parece até que o cliente acha que sou um mecânico zé mané, que pode pisar em mim e me maltratar”.

É meus amigos, eu sei muito bem como é isso. Infelizmente ainda noto que clientes que chegam até mim sem conhecer meu trabalho ou que não acompanham meus artigos e meu blog, me tratam completamente diferente daquele que já conhecia meu trabalho. A diferença de tratamento é gritante. Não me importo se o cliente não acompanha meu trabalho, contanto que me trate bem. Contudo, nem todos são bem educados. Então, quando identifico que o cliente está querendo me tratar como um Zé Mané, me imponho e corto logo a falta de educação.
Para ajudar vocês, queridos amigos de Avante, vou dar algumas dicas, principalmente para os iniciantes, de como se colocar frente ao cliente  mal-educado.
  1. Primeira coisa é evitar ao máximo trabalhos urgentes. Trabalhos de urgência quem  faz é bombeiro, médico, policial, encanador ou até mesmo o mecânico. Sua função no mundo não é apagar incêndio de ninguém. Coloque-se no lugar de alguém que está ali para sugerir soluções a médio prazo e não para “ontem”. Dê prazos sensatos e coerentes. Se você ver que aquele trabalho levará 20 dias para ser feito, diga que levará 30 e entregue no prazo acertado, mesmo que termine antes. Isso lhe dará credibilidade.
  2. Cuidado com os novos funcionários. O funcionário entra na empresa, o chefe se encarrega de colocar o site sob sua responsabilidade e então o novatinho chega cheio de moral querendo mostrar trabalho pro chefe, pega o barco andando exigindo milhares de coisas de você que nada tem a ver com a história. Típica motivação de funcionários novatos que querem aparecer para o chefe. Por isso cuidado, corte logo o barato do rapaz.
  3. Saiba dizer NÃO! Com um “não!” bem dado você evita uma série de problemas lá na frente. Normalmente a maioria dos problemas ocorrem pela falta de um “não!” no início. Se o cliente manda alguma tarefa para você que você não concorda ou que você não se sente à vontade de fazer, nada de aceitar para “agradar o cliente”, cliente quer sua sinceridade. Dizendo “não!” nessas horas, isso só vai aumentar a sensação de segurança do seu cliente pois ele saberá que está lidando com alguém sincero e que quer o melhor para ele, mesmo que seja necessário dizer um “não!” bem sonoro.
  4. Sábado, domingo, feriados e madrugadas não são feitas para se trabalhar. Na faculdade, principalmente de publicidade, professores se gabavam dizendo que adoravam “as madrugadas na agência, fechando anúncio e comendo pizza fria”. Isso não é legal e nem um pouco saudável. Organize seu tempo concentrando todos os seus esforços durante os dias da semana. Pode até um dia ou outro trabalhar até um pouco mais tarde para cumprir um prazo, mas nada de ficar virando, trocando dia pela noite, para agradar cliente. Lembre-se, primeiro sua saúde, depois o cliente. Você trabalha para ter qualidade de vida, não para atender clientes com urgência.
  5. Se cliente lhe destratar, responda com educação e se você não se sentir bem, não pegue mais nenhum projeto com esse cliente. Afinal existem inúmeros clientes melhores, mais educados e que pagam bem por aí. Você precisa trabalhar com felicidade e trabalho de criação de sites é sempre uma parceria entre o cliente e você. Se a relação entre vocês não está sendo amistosa e só está lhe dando tristeza, o melhor a fazer é o mesmo que os casais fazem quando não se entendem. E deixe o cliente pra lá, você não é psicólogo para mudar o jeito dele, então deixa que um dia ele irá se tocar.
E você continue tratando bem os bons mecânicos, garis, garçons, motoristas, enfim, pois eles são fundamentais na vida da gente. E cliente mal educado a gente dá um chega pra lá. ;)
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O que fazer com os web designers “sobrinhos”?

Dia desses recebi um email de um leitor indignado com os meus cursos. No email, ele cita que tem a formação em design e que para alcançar tal título passou 5 anos na faculdade assimilando diversos conteúdos que considera impossíveis de serem passados a distância muito menos em poucos meses.
Este leitor ainda disse “Pois é, eu como seu admirador, hoje fiquei indignado, porque esta postura sua prolifera a existência de “micreiros” que estão prostituindo o mercado profissional” e complementa dizendo que “não é justo o que você faz com os profissionais letrados, desculpe a sinceridade, não é um ataque, mas simplesmente dentro da democracia que vivemos, estou explanando minha opinião sobre o fato.”
Bem, ao responder o amigo, vi que isso seria um bom assunto para um post. Afinal, o que fazer com esses “sobrinhos” e “micreiros” que aterrorizam os “profissionais letrados”?
sobrinhos proibidos
Tem gente por aí que sonha em fazer uma passeata como essa. Será que essa seria a melhor solução?
Vou transcrever para vocês um pouco da minha resposta para o amigo leitor indignado.
“Compreendo sua posição mas não podemos fechar os olhos para uma realidade.
É fato: a facilidade de acesso a tecnologia fez com que pessoas comuns pudessem criar vídeos, programas de tv, jornais, revistas, música, cds, sites e até mesmo logotipos.
Veja meu caso. Eu não sou diretor de tv nem editor de vídeo, muito menos tenho uma produtora. Porém com pouquíssimos recursos, uma mini-dv na mão e um pano verde na parede com 4 luzes de halogênio, fiz um estúdio num pequeno quarto. Você pode ver eu andando num estúdio virtual na série Causos Reais de um Web Designer, coisa que até então só produtoras e tv’s conseguiam fazer. E não foi preciso fazer 5 anos de faculdade de rádio e tv.
“Mas Bruno, isso quer dizer q você está desmerecendo o profissional graduado?”
Claro que não. O que estou dizendo é apenas um fato, uma realidade: a tecnologia aproximou pessoas comuns da técnica que antes apenas graduados tinham acesso.
Em todos os meus cursos deixo claro: os cursos que ministro não substituem nenhuma graduação. Sou formado em publicidade e sei muito bem a preparação que a faculdade nos dá. Pelo contrário, muitos alunos acabam fazendo faculdade de publicidade ou design depois de verem minha indicação durante o curso.
Sobre sobrinhos, nós webdesigners sofremos muito com isso, mas muito mesmo. Um dia parei e pensei: poxa, eu vou ficar reclamando de sobrinhos? Vou fazer o quê, proibí-los de fazer sites? Sair nas ruas matando todos que encontrar pela frente? Negar essa realidade seria uma ignorância. E tentar combater com repressão, também não seria democrático. Então pensei: vou fazer um curso, com valor acessível a todos, mostrando o caminho das pedras e ensinando o rumo que se deve seguir.
É claro que num curso de 3 meses não há tempo para aprender tudo mas apresento os caminhos, os assuntos e indicações de leitura, cursos destinados ao pessoal que faz sistema da informação, administração, garotada do ensino médio, de 17, 18 anos, que já produzem sites.
E o resultado é bastante animador. O aluno entra fazendo um layout ruim e realmente progride no curso depois dos conceitos de design gráfico aplicados a web e comunicação visual.
Tendo um trabalho bom de layout, faltava saber vender seu serviço. Foi aí que criei o curso “Como Vender Sites”. Dessa forma, ao invés do “sobrinho” sair vendendo seu trabalho por 100 reais, passaria a vender por 1000, sabendo negociar e fazendo bons layouts.
Isso é ótimo pra todo mundo pois eleva a potencialidade dos colegas de trabalho e os valores também.
Outra coisa importante: essa garotada não atende grandes clientes. Atende os pequenos, que um profissional formado não atenderia por não compensar. O dono de uma padaria da esquina de um bairro suburbano não contrataria o amigo leitor formado em design nem se quisesse, pois não teria dinheiro pra bancar. É aí que entra o designer de menor valor, por não ter a a mesma experiência.
Será que o dono da padaria da esquina não tem o direito de ter um logotipo? Injusto se a resposta fosse sim. Mas que bom que existem também os pequenos profissionais que podem atender esses pequenos clientes que não interessam aos grandes designers.
Então a conclusão é: com a facilidade da informática, todo mundo hoje possui as ferramentas necessárias para se criar um logotipo ou um site, mesmo não tendo o conhecimento teórico para isso. Aí só vejo dois caminhos: ou saímos matando todos os que não são formados em design para que nunca mais eles façam logotipo ou sites sem formação, podendo também convencer algum deputado para criar um projeto de lei proibindo qualquer cidadão de abrir um photoshop, corel, para criar um logotipo ou então pegamos o conhecimento que detemos e ao invés de ficar só com a gente, ajudamos esse pessoal a reconhecer a diferença de uma fonte e o crime que é esticá-los, dentre outras coisas, fazendo assim trabalhos melhores e incentivando esse pessoal a sair do amadorismo fazendo uma faculdade de design ou publicidade.
Eu escolhi a segunda opção.
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